Marcelo Portugal Gouvêa lança candidatura à presidência do São Paulo

Advogado de 44 anos será o nome da oposição na eleição prevista para dezembro e terá Eduardo Alfano Vieira como candidato a vice

Por: Neila Gonçalves
3 horas atrás em 25 de setembro de 2026
Foto: Divulgação/São Paulo

Marcelo Portugal Gouvêa oficializou nesta sexta-feira sua candidatura à presidência do São Paulo para o triênio de 2027 a 2029. Ele será o candidato da chapa “São Paulo de Volta” e é, até o momento, o primeiro nome confirmado para a disputa.



A eleição está prevista para acontecer na primeira quinzena de dezembro, mas ainda não tem data definida.

Gouvêa terá Eduardo Alfano Vieira como candidato à vice-presidência do clube, enquanto Fábio Mariz de Oliveira concorrerá à presidência do Conselho Deliberativo.

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A chapa reúne o apoio dos grupos de oposição “Salve o Tricolor Paulista”, “Novo São Paulo” e “Força São Paulo”. O nome que disputará a vice-presidência do Conselho Deliberativo ainda será definido pelo grupo Força São Paulo.

Aos 44 anos, Marcelo Portugal Gouvêa é advogado e integra o Conselho Deliberativo desde 2008. Em 2014, tornou-se conselheiro vitalício. Ele é filho de Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa, presidente do São Paulo entre 2002 e 2006.

Nas próximas semanas, a chapa deverá formalizar a inscrição das candidaturas e divulgar os nomes que disputarão as vagas de conselheiros eleitos para o mesmo período.

Além da escolha do próximo presidente do clube, dezembro também terá a eleição para renovação do Conselho Deliberativo.

Atualmente, cinco grupos formam a situação: Vanguarda, Legião, Participação, Sempre Tricolor e Somos SPFC. Juntos, eles reúnem 133 conselheiros, sendo 60 vitalícios e 73 eleitos.

A oposição soma 101 conselheiros distribuídos entre Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo, Força SP e Força-Super. Desse total, 75 são vitalícios e 26 eleitos.

O Conselho Deliberativo conta atualmente com 252 integrantes. Além dos blocos de situação e oposição, há 14 conselheiros independentes, todos vitalícios, enquanto outros quatro membros não têm direito a voto.