José Corona Neto recebeu punição de nove meses após votação relacionada a episódio ocorrido em reunião de 2025
Foto: Instagram oficial O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou a suspensão de José Corona Neto por nove meses. A decisão foi tomada após a conclusão de uma sindicância que analisou uma discussão entre o conselheiro e a presidente Leila Pereira, ocorrida durante uma reunião realizada em dezembro de 2025.
A punição foi aprovada em votação realizada pelo órgão deliberativo e representa um novo desdobramento de um episódio que provocou repercussão nos bastidores políticos do clube.
Votação definiu suspensão


A decisão contou com 121 votos favoráveis à punição, 42 contrários e 33 abstenções.
O relatório produzido pela sindicância recomendou a suspensão por considerar inadequada a postura do conselheiro durante o episódio.
A discussão ocorreu em uma reunião na qual José Corona Neto questionou aspectos da administração e da montagem do elenco palmeirense.
As críticas provocaram uma resposta de Leila Pereira, dando origem a um confronto verbal entre os dois integrantes da estrutura política do clube.
Discussão teve desdobramento judicial
Após o episódio, o conselheiro também levou o caso à Justiça.
A existência desse procedimento é distinta da decisão administrativa tomada pelo Conselho Deliberativo.
A suspensão aprovada internamente decorre da análise da conduta do conselheiro na reunião e da recomendação apresentada pela sindicância.
Não há, nas informações consultadas, confirmação de um desfecho definitivo para todos os desdobramentos judiciais relacionados ao episódio.
Decisão ocorre em momento importante para o clube
A punição foi definida em uma fase de grande movimentação esportiva do Palmeiras.
Dentro de campo, a equipe disputa a reta final do Campeonato Brasileiro e busca classificação para as decisões da Libertadores e da Copa do Brasil.
Fora dele, o Conselho Deliberativo continua responsável por decisões administrativas e pela fiscalização institucional.
O caso evidencia a existência de divergências internas, mas a votação também demonstra que a maioria dos conselheiros participantes apoiou a recomendação de suspensão.