Vaguinho fala de legado na Seleção e evolução do feminino
Antes de assumir o Araçatuba, Vaguinho Santos teve uma passagem marcante como auxiliar técnico de Vadão na Seleção Brasileira Feminina. Entre 2014 e 2019, acompanhou o início de uma reestruturação profunda na preparação das atletas.
“O Vadão foi chamado de surpresa. Estávamos treinando a Ponte Preta quando chegou um pessoal da CBF. No mesmo dia, ele me chamou e fomos juntos pra Seleção” (1h30’).
Vaguinho conta que o primeiro amistoso, contra a França, foi um choque. “Com 60 minutos, as meninas não tinham mais perna. Foi quando o Vadão sugeriu uma concentração de um ano e meio em Itu. Tinha treino, alimentação, fisiologia, tudo. Foi aí que o futebol feminino começou a evoluir no Brasil.”
Durante esse ciclo, Vaguinho acompanhou o surgimento de nomes como a meio-campista Kerolyn. “Ela tinha 16 anos e treinava em Campinas. Pulou etapas e foi direto pra Seleção principal. Depois teve o doping e ficou fora da Copa, mas se reergueu”.
Ele elogia o atual momento da modalidade. “O Arthur Elias é muito competente. Está colhendo frutos de uma base que começou lá atrás, com muito sacrifício.”
Redação do Tudo Sobre Paulista, cobrindo o futebol do estado de São Paulo.
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