São Paulo deve “se livrar” de reservas caros para 2025

Por: André Victor Lima e Silva
2 anos atrás em 13 de dezembro de 2024
Foto: Divulgação

A diretoria financeira do São Paulo Futebol Clube avaliou que precisa reduzir sua folha salarial em pelo menos R$ 1,6 milhão de reais mensais para 2025. Visando manter seus principais atletas e algumas contratações pontuais de alto nível, alguns jogadores não seguem nos planos da equipe. Entre eles, o lateral Orejuela e o volante Jhegson Mendez são as prioridades para arrumarem novos destinos e cortarem boa parte da quantidade estabelecida.




Sobrou para os gringos


 


São Paulo negocia com volante que foi titular do Equador na Copa - Sou  Tricolor

Jhegson ao lado de Enner Valência na Copa do Mundo de 2022 – Foto: Divulgação


 

Ofertas São Paulo - 1600x699 Pixels Ofertas São Paulo - 1600x699 Pixels


Jhegson chegou no São Paulo no meio de 2023 com status de jogador de Copa do Mundo, com dois jogos pelo Equador no Qatar em 2022. No entanto, penou a se adaptar e nunca atingiu o nível esperado, amargando a reserva por grande parte de sua estadia no Tricolor. Fora dos planos de Carpini e de Zubeldía, foi ao Elche, da Espanha, por empréstimo. Lá, na segunda divisão nacional, fez apenas 4 jogos como titular e depois não atuou no restante do ano.


Seu salário é avaliado em R$250 mil por mês. Desde o começo do ano, o clube paulista tem dificuldades em encontrar mercado para o jogador, que segue nas convocações do Equador. Inclusive, o volante jogou contra a Seleção Brasileira no mês de setembro, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.


 


Orejuela surgiu como fenômeno do futebol sul-americano mas não teve sequência de alto nível – Foto: Ajax


 


Com começo de carreira muito promissor, Orejuela surgiu como destaque no Deportivo Cali e se transferiu ao Ajax da Holanda por mais de R$15 milhões em 2017. Chegou no futebol brasileiro em 2019 para jogar no Cruzeiro e passou também pelo Grêmio antes de chegar ao São Paulo.


Não se criou no clube do MorumBIS, na sombra de Ígor Vinícius e depois Rafinha, rendendo empréstimos ao Grêmio, Athletico Paranaense, Ceará e Independiente Medellín. Comprado por cerca de R$13 milhões, custa aos cofres do Soberano cerca de R$400 mil reais por mês. Seu contrato se encerra em Março do ano que vem.