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Como joga o Ituano? Técnico diz: “agressivo com e sem a bola”

Ele quer uma equipe impositiva. Além disso, ele cobra agressividade o tempo todo, com e sem bola.

Por: André Victor Lima e Silva
3 dias atrás em 30 de dezembro de 2025
Foto: Instagram / @guibellangero

O Ituano chega à Copinha 2026 com uma ideia bem definida. O técnico Guilherme Belangeiro não prende o time a um esquema fixo. Em vez disso, ele prioriza comportamento. Ele quer uma equipe impositiva. Além disso, ele cobra agressividade o tempo todo, com e sem bola.







No episódio #128 do TSP Exclusiva, Guilherme explicou que o desenho tático pode mudar. Ainda assim, a identidade fica. O Ituano precisa pressionar, competir e atacar com coragem.






“Eu acredito muito mais em comportamento do que em estrutura tática.”
“O meu DNA é principalmente essa questão de uma equipe impositiva e agressiva com e sem bola.”






Sem bola: pressão alta, duelos e linha adiantada





Guilherme foi direto ao descrever o Ituano sem bola. Ele quer pressão alta. Ele quer disputa forte. E ele quer coragem para jogar com a linha lá em cima. Assim, o time encurta o campo e sufoca o adversário.






“Nós temos que ser uma equipe agressiva com e sem bola.”
“Sem bola, pressionar alto o adversário, conseguir vencer duelos, conseguir jogar com uma linha alta, ter coragem para pressionar.”






Esse comportamento exige preparo físico e mental. Também exige coordenação. Por isso, o trabalho da comissão pesa muito. A Copinha pune erros. Então, a pressão precisa ser organizada.





Com bola: atacar com inteligência e verticalidade





Quando o Ituano tem a bola, Guilherme não quer posse por posse. Ele quer ataque. Às vezes, o time pode construir com paciência. Porém, em outros momentos, ele quer poucos toques e agressão vertical. O detalhe está na qualidade. Ele não quer “rifar” a bola.






“O meu time tem que ser agressivo também, no sentido de procurar o gol.”
“Tem hora que com 2, 3 toques você consegue fazer um jogo vertical de qualidade, não um jogo vertical se livrando da bola.”






Além disso, ele busca volume no último terço. Ele quer muita presença perto da área. E ele quer gente dentro da área para finalizar.






“Eu gosto muito que elas sejam agressivas, que elas tenham muita entrada no último terço.”
“Que elas trabalhem bastante com muita gente dentro da área, com muitas definições.”






O esquema pode variar, mas a ideia fica





Guilherme deixou claro que muda a estrutura conforme o elenco e o momento. Ele citou exemplos práticos. No Paulista, o Ituano trabalhou com saída de três. Em outros períodos, ele já usou linha de quatro. Mesmo assim, a postura seguiu a mesma.






“Eu não tenho uma preferência por 4×2, 4×3, 3×3.”
“Hoje, nós disputamos o Campeonato Paulista jogando uma saída de 3.”
“Eu joguei dessa mesma maneira agressiva (…) com uma linha de 4.”






Ou seja: o Ituano pode aparecer de formas diferentes no papel. No campo, a marca tende a ser a mesma. O time pressiona. O time disputa. E o time tenta se impor.