Com um jogador a mais desde o início, equipe de Limeira cria pouco e sai frustrada com o 1 a 1 pela Série A2
Foto: Rogério Rueda A Inter de Limeira ficou no empate em 1 a 1 com o Taubaté pela terceira rodada do Paulistão A2, em um jogo que a equipe limeirense atuou praticamente toda a partida com um jogador a mais, mas encontrou dificuldades para transformar a vantagem numérica em domínio efetivo. Após o apito final, o técnico Alberto Félix analisou o resultado como frustrante, porém didático para a sequência da Série A2.
Segundo o treinador, a expulsão logo no início criou uma expectativa natural de vitória, mas o cenário dentro de campo mostrou outra realidade.
“Na teoria, a vantagem numérica tende a ser favorável para alcançar a vitória, mas tivemos muitas dificuldades. Jogar com um a mais exige dinâmica, variação de jogadas e muita movimentação”, avaliou.
Alberto destacou a postura defensiva do Taubaté como um dos principais obstáculos. De acordo com ele, o adversário recuou completamente, montando uma linha de cinco, por vezes até seis jogadores, além de proteção próxima à área.
“Criar situações de finalização contra uma equipe tão fechada não é simples. Até em treino isso é difícil”, explicou.
O comandante da Inter também reconheceu que o time abusou dos cruzamentos e criou menos do que poderia, mesmo com superioridade numérica.
“Independente de tudo, a gente podia produzir mais. Colocamos mais atacantes, tentamos abrir a defesa, mas foram poucas as criações claras”, afirmou.
Apesar do desempenho abaixo, Alberto valorizou o empate conquistado nos minutos finais.
“Não foi o ideal, claro, mas seria muito pior se viesse uma derrota. Esse ponto serve para trazer equilíbrio e corrigir os erros”, concluiu.