Lusa busca empate no Canindé e garante classificação nas penalidades para próxima fase
Foto: Divulgação/Portuguesa Na noite desta terça-feira, 10, Portuguesa e Avaí se enfrentaram pelo jogo único da terceira fase da Copa do Brasil de 2026. A bola rolou no gramado do Estádio do Canindé, casa da Lusa, que contou com mais de 1700 torcedores, no empate por 1 a 1 no tempo normal, mas que terminou em classificação dos paulistas com a vitória por 4 a 1 nos pênaltis.
Escalações
Portuguesa: Bruno Bertinato; João Vitor, Gustavo Henrique, Eduardo Biazus e Caio Roque (Gustavo Salomão); Guilherme Portuga (Mateus Cecchini), Hudson (Denis) e Zé Vitor; Igor Torres (Cauari), Maceió e René (Matheus Cadorini). Técnico: Fábio Matias.
Avaí: Léo Aragão, Wallison, Allyson, Baldini e Douglas Teixeira; Paulo Vitor, Luiz Henrique (Wenderson) e Daniel Penha (Cristiano); Jean Lucas (Sorriso), Thayllon (Rafael Bilu), Felipe Avenatti (Wallace França). Técnico: Cauan de Almeida.
Primeiro tempo
O confronto entre Portuguesa e Avaí iniciou de forma truncada, com o gramado escorregadio prejudicando a fluidez das jogadas e forçando erros de ambos os lados. O time catarinense começou melhor e abriu o placar aos 13 minutos: após uma cobrança de falta perigosa de Jean Lucas defendida por Bertinato, a cobrança de escanteio resultante encontrou Paulo Vitor, que cabeceou para o fundo das redes.
A Lusa reagiu rapidamente ao gol sofrido e conseguiu o empate aos 20 minutos. Em jogada iniciada por Maceió, Renê recebeu na entrada da área, driblou o zagueiro Baldini com facilidade e finalizou com precisão para vencer o goleiro Léo Aragão. O equilíbrio retornou à partida, e Maceió quase virou o jogo em um cruzamento fechado que passou rente à trave após desviar na marcação.
Antes do intervalo, o ritmo caiu devido à parada para hidratação, tornando o duelo mais físico e menos técnico. A Portuguesa teve uma última oportunidade clara em uma falha de saída de Léo Aragão após cobrança de falta de Caio Roque; Zé Vitor conseguiu o desvio para trás, mas a defesa do Avaí se recuperou a tempo de impedir a finalização lusa, mantendo o 1 a 1 no placar.
Segundo tempo
O Avaí dominou o início da segunda etapa e por pouco não retomou a vantagem. Logo aos 6 minutos, Jean Lucas aproveitou um erro na saída de bola de Gustavo Henrique e carimbou a trave esquerda de Bertinato. Apenas dois minutos depois, em um contra-ataque rápido, Daniel Penha teve liberdade no meio e finalizou de perna esquerda, acertando novamente o mesmo poste da Portuguesa.
A Portuguesa equilibrou as ações a partir dos 14 minutos e passou a levar perigo real ao gol catarinense. Maceió foi o protagonista das principais chances: primeiro em um chute forte defendido por Léo Aragão e, aos 25 minutos, em uma finalização colocada que também parou na trave. O confronto seguiu aberto e físico, mas, assim como no primeiro tempo, o ritmo caiu após a parada para hidratação, diminuindo o volume de oportunidades claras.
Nos instantes finais, a Lusa ainda tentou o gol da vitória em jogadas de bola parada. Aos 43 minutos, após escanteio cobrado por Denis e desvio de Biazus, Maceió dividiu com o goleiro Léo Aragão, mas a defesa do Avaí conseguiu afastar o perigo. O empate em 1 a 1 persistiu até o apito final, refletindo um segundo tempo marcado pelo equilíbrio e por três bolas na trave.
Pênaltis
A Lusa não desperdiçou nenhuma penalidade, com Maceió batendo o decisivo. No lado do Avaí, Sorriso e Cristiano acabaram perdendo o gol, classificando a Portuguesa com o placar de 4 a 1 nos pênaltis.