Bugre não vence como visitante em estreia de técnico desde Vadão, em 2017
Foto: Raphael SIlvestre O empate por 1 a 1 com o Maranhão, fora de casa, na estreia da Série C, manteve um incômodo tabu recente do Guarani. O técnico Elio Sizenando não conseguiu quebrar a sequência negativa de estreias como visitante sem vitória no comando bugrino.
Atuar longe do Estádio Brinco de Ouro no primeiro jogo à frente da equipe tem sido um desafio indigesto para treinadores do Guarani nos últimos anos. A última vez que um comandante venceu nessa condição foi em 2017, com Oswaldo Alvarez, o Vadão, na vitória por 2 a 1 sobre o Água Santa, pela Série A2.
Desde então, 11 técnicos estrearam pelo clube como visitantes e não conseguiram sair com os três pontos. A única situação que foge parcialmente à regra envolve Ricardo Catalá, que venceu o Operário-PR em 2020, mas já havia comandado a equipe anteriormente, mesmo que das tribunas, em um jogo no Brinco.
A lista recente reforça o cenário de dificuldade. Além de Elio, nomes como Matheus Costa, Allan Aal, Pintado, Júnior Rocha, Mozart, Marcelo Chamusca, Thiago Carpini, Osmar Loss, Umberto Louzer e Lisca também esbarraram nesse obstáculo em suas respectivas estreias fora de casa.
O dado evidencia uma dificuldade recorrente do Guarani em iniciar novos ciclos com resultados positivos longe de Campinas, aumentando a pressão sobre os treinadores logo nos primeiros compromissos.