No episódio 165 do Exclusiva TSP, o volante Victor Graziani detalhou sua trajetória no futebol e destacou as principais características que o tornam uma peça versátil dentro de campo
Luis Pacca FotosNo episódio 165 do Exclusiva TSP, o volante Victor Graziani detalhou sua trajetória no futebol e destacou as principais características que o tornam uma peça versátil dentro de campo. Formado nas categorias de base do Vila Nova, o jogador relembrou a importância do clube goiano em sua formação, tanto profissional quanto pessoal.
“O primeiro clube meu de base foi o Vila Nova, então, assim, eu me formei lá nas categorias de base, foi um clube que me abriu as portas do futebol, né? Então, assim, acompanhando esses caras aí como o Ralf, enfim, outros caras também, outros nomes fortes do futebol brasileiro, só tenho como exemplo, né? E o Vila Nova, igual você falou, foi um time grande, assim, que formou, graças a Deus, assim, essa pessoa, esse caráter, esse homem, assim, sempre visando lá na frente também, sempre performando o melhor, sempre olhando para o alto, né?”

Ao longo da carreira, Graziani desenvolveu uma característica valorizada no futebol moderno: a capacidade de atuar em mais de uma posição.
“Então, até eu subir 17, eu só jogava de volante. No meu primeiro ano de subir 20, comecei a performar de zagueiro também. Os caras falaram, pô, você consegue fazer as duas posições bem, tanto de volante, tanto de zagueiro, acho que a gente pode investir nisso. Então, assim, na base eu descobri isso, né? Esse talento, assim, de fazer uma ou duas posições. E também sempre falaram, ó, quem está fazendo uma ou mais, né? Duas ou mais posições, ele está jogando sempre. Então, acho que é sempre bom o jogador hoje estar fazendo tanto volante, tanto zagueiro, zagueiro lateral, enfim.”
Apesar da versatilidade, o atleta revela preferência por atuar no meio-campo, onde consegue participar mais da construção das jogadas.
“Prefiro jogar de volante, assim. Ficar ali no meio, construindo a jogada, cadenciando o jogo. Mas zagueiro também é muito bom. Mas zagueiro também é muito bom. O zagueiro tem um papel muito fundamental no futebol, né, cara? Que está construindo bastante ali, acabando no pé, enfim, achando o passo, construindo ali.”
Dentro de campo, Graziani se define como um jogador de boa leitura de jogo e capacidade de organização, características essenciais para a função.
“Como volante, eu gosto de sempre estar ali pra construir, né, naquela primeira bola ali, tipo, de tiro de meta, sempre pra ser o apoio pra cadenciar a bola, ter um bom passo, uma boa visão de jogo, também ter inteligência de jogo também, pra saber o momento certo de acelerar, o momento certo de parar, então, acho que esses são meus pontos fortes ali, um bom passo, olhar, enxergar longe, bola parada era boa também, defensiva, marcação boa, e de zagueiro também essa construção, assim, que eu gosto de falar, né, hoje o zagueiro é muito importante pra construção, então, sempre visando construir bem, o que o torcedor pode ver aí e sempre voltar assim, me posicionando bem pra poder criar uma boa jogada.”
Já no Juventus da Mooca, o volante encontrou um ambiente favorável para desenvolver seu futebol, com respaldo da comissão técnica e confiança no trabalho do treinador.
“Eu trabalhei com ele no Vila Nova, teve uma passagem recente no Vila, eu trabalhei com ele lá, um treinador de boas ideias, várias ideias, ideias boas, assim, de jogo. Um treinador que dá confiança para os seus jogadores, então, assim, só tem que tudo acrescer, sabe? A gente, a rapaziada atleta ali, confia bastante no trabalho dele, ele também passa essa confiança para a gente, então acho que tudo fica mais fácil, né? Quando você tem essa confiança de treinador, entre o atleta que está jogando, então fica bem mais fácil.”
Com versatilidade, leitura de jogo e capacidade de construção, Graziani se firma como uma peça importante no Juventus na busca pelo acesso ao Paulistão.
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