Rollheiser marca dois, mas Peixe cede duas vezes no segundo tempo e fica no placar de 2 a 2
Foto: Letícia Martins/EC BahiaNa noite deste sábado, 25, o Santos foi visitar o Bahia pela 13ª rodada do Brasileiro Série A de 2026. A bola rolou no gramado da Arena Fonte Nova, onde o Tricolor de Aço vinha de sequência com três derrotas seguidas. Apesar do Peixe abrir dois gols de vantagem, o time da casa buscou o empate no segundo tempo e finalizou o jogo com o placar de 2 a 2.
Escalações
Bahia: Léo Vieira; Acevedo, Gabriel Xavier (Gilberto), Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre (Erick), Jean Lucas, Michel Araújo (Everton Ribeiro) e Kike Olivera (Everaldo); Erick Pulga (Ademir) e Willian José. Técnico: Charles Hambert.
Santos: Diógenes; Mayke, Lucas Veríssimo, João Ananias e Escobar; João Schmidt (Luan Peres), Christian Oliva (Tomás Rincón), Gabriel Bontempo e Rollheiser (Miguelito); Rony (Moisés) e Thaciano (Lautaro Diaz). Técnico: Cuca.
Primeiro tempo
O técnico Cuca promoveu ajustes na escalação do Santos para enfrentar o Bahia, reforçando o meio-campo para limitar a criação dos volantes adversários. A estratégia foi implementada mesmo com o desfalque de última hora de Barreal, com indisposição, o que levou à entrada de Rony. O sistema defensivo conseguiu reduzir os espaços do time baiano, embora tenha sofrido investidas pontuais de Willian José.
O placar foi aberto aos 21 minutos, após intervenção do VAR que assinalou pênalti em Gabriel Bontempo. Rollheiser, substituto de Neymar na partida, converteu a cobrança. O Bahia quase igualou em jogada de Pulga, que superou a marcação e finalizou na trave, mas o Peixe manteve a organização e ampliou antes do intervalo.
O segundo gol surgiu em novo pênalti, marcado após a bola atingir o braço de Ramos Mingo em cruzamento de Thaciano, novamente com auxílio do árbitro de vídeo. Rollheiser marcou pela segunda vez, estabelecendo o 2 a 0.
Segundo tempo
No segundo tempo, o Santos manteve a formação inicial, mas apresentou maior dificuldade na marcação, sendo acuado pelo Bahia. A equipe paulista passou a depender de contra-ataques e quase ampliou com Rony, que cabeceou para fora após escanteio, e com Lautaro Díaz, que parou em defesa de Léo Vieira após assistência de Gabriel Bontempo.
O volume de jogo do time baiano resultou no primeiro gol após uma falta na entrada da área. Luciano Juba cobrou com categoria e superou o goleiro Diógenes, que ainda tocou na bola, mas não evitou que o placar fosse reduzido para 2 a 1. A pressão dos mandantes seguiu intensa enquanto o Santos tentava reorganizar sua estrutura defensiva com substituições.
A insistência do Bahia culminou no empate nos minutos finais através da “lei do ex”. Após cruzamento na área, Willian José superou Lucas Veríssimo no alto e cabeceou para as redes, decretando o 2 a 2. O resultado teve um tom melancólico para o Alvinegro, que desperdiçou uma vantagem de dois gols e segue ameaçado pela zona de rebaixamento.