Tricolor terá equipe modificada na Colômbia e busca terceira vitória seguida na Sul-Americana
Foto: Rubens Chiri / São PauloSão Paulo entra em campo nesta terça-feira (28) para um compromisso importante pela fase de grupos da Copa Sul-Americana. Líder da chave com seis pontos, o Tricolor visita o Millonarios, no estádio El Campín, em Bogotá, às 21h30, buscando a terceira vitória consecutiva na competição continental.
Após superar O’Higgins e Boston River nas duas primeiras rodadas, a equipe paulista tem a chance de abrir vantagem confortável na ponta da tabela e encaminhar a classificação. Mesmo assim, o duelo chega cercado por um contexto de cautela e pressão.
A comissão técnica optou por preservar parte importante do elenco para a viagem à Colômbia. Sete jogadores considerados titulares ficaram fora da delegação: Rafael Tolói, Lucas Ramon, Enzo Díaz, Danielzinho, Artur, Luciano e Calleri. A medida tem como principal objetivo controlar desgaste físico em meio à sequência intensa de partidas.
Mesmo vindo de vitória por 1 a 0 sobre o Mirassol pelo Brasileirão, o ambiente no Morumbi ainda não é de total tranquilidade. O resultado aliviou momentaneamente a pressão, mas o desempenho segue sendo alvo de questionamentos da torcida, especialmente em relação ao trabalho de Roger Machado.
A cobrança em torno do treinador permanece ligada principalmente à dificuldade da equipe em transformar posse de bola e volume ofensivo em atuações mais convincentes. Por isso, um resultado positivo fora de casa pode representar mais do que três pontos: pode significar um respiro importante para o comando técnico em um momento sensível da temporada.
Diante de um adversário tradicional e atuando em solo colombiano, o São Paulo precisará mostrar capacidade de adaptação, intensidade competitiva e organização tática mesmo com uma formação alternativa. A missão é manter o embalo continental, fortalecer a confiança interna e diminuir a temperatura externa em torno do elenco e da comissão.
Uma vitória em Bogotá deixaria o Tricolor em situação bastante confortável na Sul-Americana e daria novo fôlego para Roger Machado seguir sua busca por estabilidade no cargo.