Goleiro explicou bastidores das cobranças decisivas que levaram o MAC ao acesso no Paulistão A3
Foto: Reprodução/InstagramPrincipal nome do Marília nas disputas por pênaltis durante o mata-mata do Paulistão A3, Wagner Coradin revelou em entrevista exclusiva ao Tudo Sobre Paulista detalhes da preparação para as cobranças decisivas contra EC São Bernardo e XV de Jaú.
O goleiro contou que houve análise prévia dos cobradores, mas admitiu que a emoção do momento acabou falando mais alto durante as penalidades. Contra o EC São Bernardo, ele recebeu uma garrafinha com orientações sobre os cantos preferidos dos adversários.
“Na hora da emoção, eu olhava para a garrafinha e não lembrava de ninguém. Aí pedi para Deus me abençoar e me ajudar a escolher o lado certo”, afirmou.
Wagner explicou que costuma esperar ao máximo antes de saltar e utiliza estudos sobre probabilidade dos cobradores. Segundo ele, a combinação entre estratégia e confiança foi determinante para o sucesso nas decisões.
“Tem uma questão de porcentagem dos lados dos batedores. Eu espero bastante antes de definir. Contra o XV de Jaú nem me passaram os nomes, mas eu estava muito confiante que Deus ia fazer um milagre na minha vida”, declarou.
O arqueiro também revelou que já soma 14 pênaltis defendidos em 264 jogos na carreira e destacou a importância de um conselho recebido do preparador de goleiros Robertão, atualmente na Inter de Limeira.