O principal argumento apresentado pelos conselheiros é de que Torrano não preencheria os requisitos de elegibilidade previstos no estatuto do clube para ocupar o cargo
Foto: Marcos Ribolli/ PontePressA crise política na Ponte Preta ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (26). Um grupo formado por oito conselheiros do clube ingressou na Justiça com uma ação pedindo o afastamento imediato e a destituição definitiva de Luiz Antônio Alves Torrano da presidência da Macaca.
O principal argumento apresentado pelos conselheiros é de que Torrano não preencheria os requisitos de elegibilidade previstos no estatuto do clube para ocupar o cargo máximo da diretoria executiva.
Segundo os advogados responsáveis pela ação, o dirigente, eleito presidente da Ponte Preta no início de dezembro de 2025, havia solicitado sua exclusão definitiva do quadro de conselheiros em 2021. O pedido, de acordo com o documento, foi aceito pelo então presidente do Conselho Deliberativo, Tagino Alves dos Santos. A ação também questiona o retorno de Torrano ao quadro associativo da Ponte, ocorrido em janeiro de 2023 durante uma reunião do Conselho Deliberativo.
Além do afastamento definitivo do atual presidente, os conselheiros pedem à Justiça a anulação da candidatura de Luiz Torrano. Além disso, eles querem o reconhecimento da suposta irregularidade de sua condição associativa junto ao clube campineiro.
Entre os pedidos apresentados na ação também estão a transferência interina da presidência ao atual vice-presidente, Marco Eberlin. Além da readequação das listas de Conselheiros Natos Titulares e Suplentes da Ponte Preta e a revisão da ordem sucessiva dos associados contribuintes.