O atraso afeta profissionais dos setores administrativo, manutenção, limpeza, segurança e cozinha
Moisés Lucarelli - Ponte PretaA Ponte Preta enfrenta nova crise fora das quatro linhas. Pelo segundo mês consecutivo, o clube não realizou o pagamento dos salários de seus funcionários, deixando colaboradores de diferentes setores sem receber.
O atraso afeta profissionais dos setores administrativo, manutenção, limpeza, segurança e cozinha, todos com salários mais baixos na folha alvinegra. As pendências envolvem o estádio Moisés Lucarelli, o CT do Jardim Eulina e o Paineiras.
Diante da falta de acerto e de promessas não cumpridas, o clima entre os trabalhadores é de frustração e revolta. Os colaboradores, que são responsáveis por funções essenciais no dia a dia do clube, consideram cruzar os braços como forma de protesto.
O risco de paralisação assombra o clube neste momento delicado em meio à disputa da Série B do Brasileirão. Os atrasos atingem todos os locais de trabalho ligados à Ponte Preta.