Meia argentino cobra R$ 1,62 milhão do clube por salários, direitos de imagem e outras verbas
Foto: Raphael Silvestre/Guarani FC A Justiça do Trabalho negou o pedido de liminar de Diego Torres para rescindir imediatamente o contrato com o Guarani. A decisão foi tomada em 25 de setembro pelo juiz Fabio Trifiatis Vitale, da 12ª Vara do Trabalho de Campinas.
O argentino entrou com a ação em 5 de setembro e cobra R$ 1.620.234,97 do clube. A defesa do jogador alegou atrasos salariais e pendências relacionadas aos direitos de imagem. A Justiça, porém, entendeu que não estavam presentes, neste momento, os requisitos para a rescisão imediata.
Entre os argumentos considerados está o fato de que, quando a ação foi apresentada, havia formalmente um mês de salário vencido. A legislação prevê atraso de pelo menos dois meses para a rescisão indireta por falta de pagamento. Também foram analisados documentos sobre direitos de imagem, FGTS e outras verbas.


A decisão é liminar e não encerra o processo. A defesa de Diego Torres, representada pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, pretende apresentar um mandado de segurança para tentar reverter a decisão. A audiência entre as partes está marcada para 27 de abril de 2027.
O contrato de Diego Torres com o Guarani é válido até 30 de novembro de 2026. Contratado em 2025, o meia disputou 17 partidas na primeira temporada, com três gols e três assistências. Em 2026, foram cinco jogos no Paulista e três na Série C, com última atuação em 17 de maio.