No primeiro jogo da final do Paulista, o Palmeiras venceu o Novorizontino por 1 a 0
Foto: Reprodução/Youtube O Palmeiras venceu o Novorizontino por 1 a 0, na Arena Barueri, na quarta-feira (5), pela partida de ida da final do Campeonato Paulista. Após o duelo, o treinador palmeirense, Abel Ferreira, falou sobre a partida e ressaltou que a decisão é jogada pelas duas melhores equipes da competição.
“Primeiro, dizer que são as duas melhores equipes que chegaram à final. Segundo, estavam previstas duas dificuldades: a primeira, o nosso adversário; e a segunda, um dia a menos de recuperação. Essas foram as dificuldades. Eles se organizaram muito bem, mas fomos bem em bloquear. Na bola parada fomos bem. Na primeira parte entramos fortes, fizemos o gol, depois uma bola na trave do Allan, depois um cruzamento do Andreas que o Murilo falha. E depois, na segunda parte, o gol anulado e o lance do Khellven. Depois eles conseguiram nos bloquear. Agora vamos para a casa do nosso adversário. Uma final é sempre difícil”, disse o comandante.
Além disso, Abel Ferreira respondeu por decisões na escalação da equipe. Sobre Vitor Roque ele falou sobre o camisa 9 começar no banco de reservas e sobre Jhon Arias, contratação badalada do Palmeiras, o porque o colombiano não ganhou uma chance no time titular.
“Viram Vitor Roque a sair a chorar? A diferença está em dois a três dias de recuperação. Com pouco tempo é sempre difícil. É chover no molhado. Parece desculpa, mas não tem como. É diferente ter dois dias ou três. Se não jogou, é porque alguma coisa tinha para não jogar”, disse o treinador sobre o camisa 9.
“Não falta nada, a equipe está bem. É um jogador que nos ajuda. Uma equipe não joga só com 11, e uma partida se define muito no segundo tempo. Aqui somos todos iguais. Não é pela idade, cor ou experiência. Ele é uma opção que temos, que pode entrar do banco ou iniciar quando o treinador quiser”, completou Abel sobre Jhon Arias.
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