Ação do Corinthians contra a Taunsa ganha novos capítulos

Foto: Divulgação

Publicados 1 semana atrás em 5 de junho de 2024
Por: Bruno Rys Colesanti

A ação do Corinthians contra a Taunsa, empresa do ramo agropecuário, segue correndo na justiça. Recentemente, a empresa voltou a dizer que não tem como arcar com os custos e, mais uma vez, teve seu pedido recusado pela justiça.

Segundo os advogados da empresa, ela passa por um “delicado momento financeiro, experimentando sucessivos prejuízos desde 2022, não tendo obtido nenhuma receita em 2023 e 2024”.

Para os representantes da Taunsa, é evidente que a empresa não possui condições de arcar com todos os custos processuais.

A justiça, porém, negou o pedido de gratuidade de todas as custas processuais, alegando que “o agravante é empresário e administrador da empresa que ofertou patrocínio milionário ao agravado; Além disso, contratou banca de advocacia particular, dispensando os serviços gratuitos prestados pela defensoria pública. A presunção de hipossuficiência, neste caso, restou infirmada”.

 

O caso

 

O Corinthians firmou patrocínio com a Taunsa no fim de 2021. O valor seria 28,8 milhões de reais, sendo 20 milhões para ajudar nos custos da repatriação do atleta Paulinho e o restante como valor do patrocínio em si. O clube nunca recebeu e suspendeu a parceria em abril de 2022.

Em dezembro de 2022, o Timão entrou com uma ação contra a empresa na justiça, em que cobra mais de 26 milhões de reais. O valor deve aumentar por conta de juros e correção monetária.

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