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Auxiliar da Ponte fala sobre pressão psicológica no elenco

Auxiliar da Macaca comenta alterações na equipe titular, defende laterais criticados e destaca trabalho mental após derrota para o Sport

Por: Lucas Soares
3 dias atrás em 13 de maio de 2026
Foto: Marcos Ribolli/PontePress

Após a derrota para o Sport pela Série B, o auxiliar técnico Gabriel Remédio, substituto de Rodrigo Santana, também explicou as mudanças promovidas na equipe titular da Ponte Preta e comentou o trabalho psicológico realizado pela comissão técnica diante da pressão vivida pelo clube.

Gabriel afirmou que as alterações aconteceram por critérios técnicos e pelo desempenho apresentado nos treinamentos ao longo da semana. Jogadores como Everton, Danilo Barcelos e David da Hora iniciaram uma partida como titulares pela primeira vez. “Foram opções de acordo com o momento dos jogadores. É nosso dever buscar alternativas e dar oportunidades para quem vem treinando bem”, explicou.

Segundo o auxiliar, a ideia da comissão era explorar mais os lados do campo e aumentar a mobilidade ofensiva da equipe diante do Sport. “A intenção era ter amplitude com o Kedison e o Justin pelos lados e mais mobilidade no ataque com o David da Hora. Acho que isso funcionou bem no início do jogo”, avaliou.

Gabriel também comentou as críticas da torcida ao desempenho dos laterais Justin e Tales. Apesar da pressão, ele afirmou que ambos já tiveram bons momentos na competição e seguem sendo trabalhados internamente. “Entendemos a insatisfação da torcida, faz parte. Mas o Justin e o Tales já tiveram bons momentos. São características diferentes e as escolhas passam pelo momento de cada jogador e pela estratégia do jogo”, disse.

O auxiliar ainda citou Brian Borges como possibilidade para atuar na lateral, mas destacou que o atleta também vem rendendo ofensivamente. “O Bryan pode ser uma alternativa na lateral, mas também vem sendo importante no ataque. São escolhas que precisamos fazer”, comentou.

Outro tema abordado foi o lado psicológico do elenco após mais uma derrota em casa. Gabriel reconheceu que o cenário vivido pelo clube pesa mentalmente, mas garantiu confiança no grupo. “O fator mental conta muito no futebol. O clube vive dificuldades, mas os atletas seguem focados no dia a dia. Nosso trabalho é passar confiança para eles”, afirmou.

Por fim, Gabriel destacou que a Ponte precisa transformar os bons momentos apresentados contra o Sport em algo mais constante durante os 90 minutos. “Precisamos fazer daqueles 25 minutos iniciais a nossa regra. O caminho é repetir o que deu certo, corrigir os erros e evoluir jogo após jogo”, concluiu.