Genilson destaca filosofia, histórico de formação e metas realistas
Foto: Reprodução/Genilson O Centro Olímpico chega à Copinha alinhado a um objetivo mais amplo que ultrapassa resultados imediatos: consolidar um modelo estável de formação de atletas e replicar, no futebol masculino, o histórico vitorioso da instituição em outras modalidades. A Copinha funciona como vitrine, mas não como fim. O foco, segundo o técnico Genilson, é estrutural.
“O Centro Olímpico é muito forte em todas as outras modalidades. No feminino, tem longa história, várias jogadoras de seleção. Agora essa história começou no masculino”, disse o treinador. Convidado para o projeto no fim de 2023, ele reforça que a filosofia da casa está orientada a longo prazo. “O projeto é grande de se tornar um clube formador.”
Ao longo da temporada, o clube adotou práticas típicas de centros estruturados de base: scouting contínuo, volume alto de jogos, elenco permanente desde janeiro e captação de talentos de diferentes regiões. O desempenho no Paulista Sub-20 refletiu esse trabalho. “Nós quase conseguimos o acesso para a primeira divisão. Na Paulista Cup, terminamos na semifinal”, lembrou Genilson.
A instituição trata a formação como missão central. “O Centro Olímpico hoje lida em formar atletas para o mercado do futebol”, afirmou. A cobrança por resultado existe, mas não é prioritária a curto prazo. “A expectativa começou só com participação. Com o decorrer do ano, já mudou para acesso. O futebol é resultado, e a cobrança sempre existe.”