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Dirigente do Mirassol dispara contra árbitro: “Não pode apitar nunca mais”

Paulinho critica atuação em derrota para o Bahia, fala em “vergonha” e cobra mudanças na arbitragem brasileira

Por: Neila Gonçalves
5 horas atrás em 12 de abril de 2026
Foto: Reprodução/Mirassol TV

A derrota do Mirassol para o Bahia por 2 a 1, no estádio Maião, foi marcada por forte revolta nos bastidores. Em um posicionamento incomum, dirigentes do clube vieram a público para criticar duramente a atuação da arbitragem.

Sem a tradicional coletiva, o gestor Juninho Antunes e o executivo de futebol Paulinho fizeram um pronunciamento direto, com cerca de quatro minutos, horas após a partida.

O tom mais duro partiu de Paulinho, que não poupou críticas ao árbitro Paulo César Zanovelli e questionou sua permanência em jogos oficiais.

“Um árbitro que fala para o meu atleta ir chorar no vestiário não pode apitar nunca mais. Isso foi uma das maiores vergonhas que já vi na vida”, afirmou o dirigente.

A principal reclamação do Mirassol está relacionada ao lance que originou o gol da vitória do Bahia, já nos minutos finais. O clube entende que houve falta de Gilberto sobre Negueba na jogada, não marcada pela arbitragem e ignorada pelo VAR.

Além disso, os dirigentes também contestam a postura do árbitro dentro de campo, citando falta de diálogo e comportamento inadequado com os atletas.

“Eles pedem calma e serenidade, mas até quando? Não há mais argumento. Falta respeito e comunicação. É esse tipo de arbitragem que queremos profissionalizar?”, completou Paulinho.

Mesmo reconhecendo a responsabilidade pelo resultado, o Mirassol deixou claro que pretende levar o caso adiante e cobrar providências.

“Vamos até o fim. Ninguém vai esconder nada. Queremos justiça”, finalizou o dirigente.

Confira a coletiva: