Burro empatou em 2 a 2 jogando em casa e ainda não venceu na Série A2
Foto: Reprodução/BurroTV O técnico do Taubaté, Dyego Coelho, analisou o empate de sua equipe por 2 a 2 diante do Osasco, no Estádio Joaquinzão. Para o treinador, mais uma vez o time atuou bem, mas não conseguiu transformar o desempenho em resultado.
“Um jogo em que a gente inicia muito bem. Se a gente coloca a bola no chão, temos uma superioridade muito grande. Aí sai o gol e a gente para de jogar, fazemos o mesmo jogo do adversário, e isso me incomodou bastante. Voltamos para o segundo tempo, quando eu coloco o Gaia, melhora um pouco a nossa posse de bola, e aí o volume aumenta, aumenta, aumenta, e a gente toma o segundo gol. Continuamos criando chances e conseguimos o empate. A gente sai com aquele sentimento de, mais uma vez, ter jogado bem e não ganhar o jogo.”
O técnico falou sobre a necessidade de priorizar os resultados, mesmo que isso signifique abrir mão do “jogo bem trabalhado” em alguns momentos.
“Um jogo difícil, uma Série A2 difícil. Vamos até ver pelos outros resultados: esse campeonato não é brincadeira. Acho que já está na hora de começarmos a ganhar o jogo e não nos importarmos tanto em jogar bem, porque a gente precisa de uma vitória. Mas acho que esse é o caminho. Volto a repetir: é o início, é uma situação de trabalho em que a gente precisa, com os jogos, se adaptar o mais rápido possível, porque é jogo quarta, domingo, quarta e sábado. O que eu tinha para treinar já foi treinado. Agora, pensando no futuro, é importante sair logo essa primeira vitória para aliviar o time, para jogar mais leve também, sem essa pressão.”
Dyego também comentou a queda de ritmo após o gol e pediu que os jogadores mantenham a mesma agressividade tanto no ataque quanto na defesa.
“Acho que a gente impõe um ritmo muito forte e tem que aproveitar as chances. É assim que funciona. Os jogadores já estão começando a entender, porque a gente cria chances a partir desse ritmo muito forte. E, quando tem uma situação de transição e a gente toma um gol, é uma mudança de comportamento a que precisamos estar atentos. A gente está sempre com a bola, sempre com a bola, e quando não está parece que a chave muda. Temos que mudar isso, porque tem que ser a mesma agressividade com a bola e sem a bola. É algo que vamos consertar para fazer melhor no próximo jogo.”