Diego Fernandes se reúne com Harry Massis no Morumbis e entrega estudo sobre transformação do Tricolor em SAF

O empresário Diego Fernandes se reuniu nesta última quarta-feira, 27 de maio, com o presidente do São Paulo, Harry Massis, no Morumbis, para discutir possibilidades de investimento no clube e apresentar um estudo voltado à transformação do Tricolor em SAF. O encontro teve como foco alternativas para o futuro financeiro e estrutural da equipe paulista.
Durante a reunião, Diego Fernandes propôs atuar na busca por investidores interessados em se tornar parceiros do São Paulo. Segundo o empresário, a ideia é receber autorização do clube para conduzir conversas no mercado, mas sem exigir exclusividade ou qualquer tipo de comissão em caso de sucesso nas negociações.
Além da busca por investidores, Fernandes também apresentou um modelo de estruturação para transformar o São Paulo em Sociedade Anônima do Futebol. O estudo foi entregue à diretoria, e Harry Massis afirmou que irá analisar a proposta antes de dar um posicionamento oficial.
Em nota enviada ao ge, o presidente são-paulino valorizou a conversa e destacou a importância de ouvir diferentes ideias para o futuro do clube.
— É sempre positivo ouvir ideias, projetos e visões de pessoas e empresários relevantes do mercado. Isso reafirma a grandeza do São Paulo Futebol Clube, sua força institucional e o respeito que o clube desperta dentro e fora do futebol brasileiro. O São Paulo sempre estará aberto ao diálogo, à troca de experiências e a conversas que possam contribuir com reflexões sobre o futuro do clube. Qualquer discussão estrutural exige responsabilidade, maturidade, análise profunda e alinhamento institucional — declarou Massis.
Nos últimos meses, Diego Fernandes também ganhou notoriedade por liderar um abaixo-assinado com o objetivo de levar a proposta de SAF diretamente aos associados do clube. A iniciativa se apoia no estatuto do São Paulo e prevê a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária sem necessidade de aprovação prévia do Conselho Deliberativo.
Para isso, o movimento precisa reunir assinaturas de pelo menos 20% dos sócios aptos a votar, desde que tenham mais de dois anos de associação, sejam maiores de idade e estejam em dia com as mensalidades.