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Jairo Blumer teme fator casa no Tonicão em decisão do Guarani

No episódio 137 do Exclusiva TSP, no YouTube, o técnico Jairo Blumer já deixava claro que, em sede como Assis, detalhes fora das quatro linhas podem decidir jogos — e é exatamente esse cenário que o Guarani encara hoje contra a Assisense, dona da casa do Grupo 7, no Estádio Tonicão.

Por: André Victor Lima e Silva
3 dias atrás em 6 de janeiro de 2026
Instagram / Jairo Blumer

No episódio 137 do Exclusiva TSP, no YouTube, o técnico Jairo Blumer já deixava claro que, em sede como Assis, detalhes fora das quatro linhas podem decidir jogos — e é exatamente esse cenário que o Guarani encara hoje contra a Assisense, dona da casa do Grupo 7, no Estádio Tonicão.







Assisense posa junto a torcida em estreia no Tonicão / Foto: Matheus Dahsan




A partida ganhou clima de decisão porque o Bugre chega pressionado após a derrota por 1 a 0 para o Athletic, um resultado tratado como zebra na estreia. Do outro lado, a Assisense largou na frente na chave e entra com o peso do mando, da torcida e do conhecimento do ambiente — fatores que, na visão de Blumer, mudam a dinâmica para quem joga como visitante na Copinha.






“Eu acho, sim, que é uma boa vantagem pra quem joga em casa. Você conhece o campo, você conhece o clima… clima muito quente, abafado, eles podem tirar proveito disso.”






O treinador também aponta que o apoio local tende a crescer conforme os resultados aparecem, criando um “parceiro” extra durante a campanha.






“Eu acredito que o público vai apoiar e se começa uma competição bem, esse público vem junto. E você tem aí um parceiro durante a competição toda.”






Além do contexto de estádio e arquibancada, há um componente estratégico que dá tempero ao confronto: o comandante da Assisense já passou pelo Sub-20 do Guarani e conhece por dentro parte do caminho de formação do clube.






“O próprio treinador da Assisense é um treinador que passou por aqui, pelo Sub-20 do Guarani, ficou um tempo aqui, conhece a casa, conhece todo o processo.”






Mesmo reconhecendo as vantagens do anfitrião, Blumer reforça que a Copinha exige leitura rápida de cenário e disciplina para não se perder no que ainda está por vir. Para o Guarani, o desafio é transformar a pressão em foco, sobreviver ao contexto adverso e manter o grupo vivo na briga pela classificação.






“É jogo a jogo, é vivenciar a Copinha passo a passo.”






Confira a entrevista na íntegra!