O Novorizontino começou a Copinha 2026 do jeito que todo time quer: com resultado e controle. Em Itaquaquecetuba, o Tigre estreou vencendo o Náutico por 2 a 0 e ganhou fôlego para a sequência do Grupo 24
Ozzair Júnior / Novorizontino O Novorizontino começou a Copinha 2026 do jeito que todo time quer: com resultado e controle. Em Itaquaquecetuba, o Tigre estreou vencendo o Náutico por 2 a 0 e ganhou fôlego para a sequência do Grupo 24, que ainda tem Itaquá (dono da casa) e Juventude do Maranhão. Mas, para o treinador Jean Rodrigues, o recado interno segue o mesmo: na Copa São Paulo, não existe caminho fácil. No episódio 134 do Exclusiva TSP, no nosso canal no YouTube, o técnico falou sobre.
“A Copinha tem essa peculiaridade… a gente fica na expectativa ruim. A gente sabe que todo grupo é difícil… é uma competição única que dá visibilidade para muitas e muitas equipes do Brasil.”
A avaliação do comandante é de que, independentemente do nome do adversário, a competição tende a “igualar” o confronto pela exigência competitiva, pelo curto intervalo entre jogos e pelas condições que variam de sede para sede. No caso de Itaquaquecetuba, a principal delas já apareceu desde o sorteio: o gramado sintético — assunto que, por si só, muda a dinâmica do grupo.
Ainda assim, Jean enxerga a estreia como um passo importante para sustentar o Novorizontino nesse patamar recente de base competitiva, lembrando que o clube vem de temporadas em alta.
“A gente precisa entender que a cobrança vai existir, porque de fato a gente tem demonstrado isso dentro do campo… mas a gente entende que esse é o caminho.”
Confira a entrevista na íntegra!