O clássico entre Palmeiras e São Paulo, realizado neste domingo (18) no Allianz Parque, terminou em confusão após a vitória do Palmeiras por 2 a 1. Logo após o apito final, jogadores das duas equipes se envolveram em uma briga que começou após um gandula provocar atletas do São Paulo. A provocação gerou uma reação imediata, levando à participação de jogadores titulares, reservas e membros das comissões técnicas de ambos os times.
Durante o tumulto, Rodrigo Nestor, do São Paulo, e Zé Rafael, do Palmeiras, chegaram a trocar socos. Além disso, o zagueiro Sabino, do São Paulo, acertou um murro em Fernando Galuppo, historiador do Palmeiras. O árbitro Raphael Claus acompanhou a situação de perto e chegou a consultar o VAR para revisar as imagens da briga. No entanto, ele não anunciou imediatamente suas decisões e se dirigiu ao vestiário para redigir a súmula do jogo, que deve esclarecer as possíveis punições.
Lucas Moura, do São Paulo, comentou sobre a confusão, afirmando que não sabia ao certo quem começou a briga, mas que todos acabaram envolvidos. Wellington Rato, também do São Paulo, afirmou que a situação foi agravada por alguns jogadores do Palmeiras que, segundo ele, “quiseram se aparecer para a torcida.”
O Palmeiras decidiu não permitir que seus jogadores ou o treinador dessem entrevistas após o jogo, justificando a medida como uma forma de evitar que o clima de hostilidade se estendesse para fora do campo. Além disso, o clube protestou contra a arbitragem de Raphael Claus. A súmula do árbitro será essencial para definir as consequências desse tumulto, incluindo possíveis punições para os envolvidos.