Os jogadores reclamam que os estrangeiros têm recebido mais paciência e oportunidades, mesmo quando apresentam desempenhos abaixo do esperado, enquanto os brasileiros, mesmo em boa fase, não têm tido as mesmas chances. Um exemplo citado é o do meia Coronado, que, segundo esses atletas, estaria sendo injustamente preterido na equipe titular.
Além disso, existe a percepção de que Emiliano Díaz, filho e auxiliar técnico de Ramón, estaria liderando uma espécie de “panelinha” dentro do grupo, favorecendo determinados jogadores e gerando desconforto entre os demais. Essas tensões internas surgem em um momento delicado para o clube, que agora se volta para a disputa da Conmebol Sul-Americana.