Macaca vira refém do transfer ban e deve utilizar elenco da Copinha no banco de reservas
Foto: Divulgação A temporada mal começou e a Ponte Preta já enfrenta um roteiro digno de filme dramático. Às vésperas da estreia no Campeonato Paulista, a Macaca corre sério risco de entrar em campo sem poder utilizar nenhum dos seus reforços por conta de um transfer ban ainda não resolvido.
Ao todo, 11 jogadores contratados não estão liberados para jogo. O bloqueio impede novos registros e, para piorar, até renovações de contrato passaram a ser tratadas como possíveis novos vínculos, criando uma brecha jurídica que ameaça o planejamento do clube.
Um dos casos mais sensíveis envolve Elvis, que renovou contrato recentemente. Internamente, a diretoria sustenta que a situação está regular e que o atleta estaria apto para atuar. No entanto, o temor de punições futuras faz crescer a chance de uma decisão conservadora: segurar o jogador fora da estreia.
O próprio cenário de interpretações conflitantes evidencia o tamanho do problema. A Ponte vive um dilema clássico: escalar e correr riscos ou preservar e pagar o preço esportivo.
Sem alternativas, a solução encontrada é drástica. O banco de reservas deve ser formado quase integralmente por jogadores do Sub-20, atualmente em disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior.
A Ponte chegou a 100% de aproveitamento na Copinha, venceu mais uma partida e foi o primeiro time a se classificar na competição. O que era apenas uma boa campanha de base agora pode virar salvação no profissional.