Valor de R$ 1,54 milhão foi repassado diretamente pela CBF à Justiça do Trabalho e ajudará a quitar pendências da Macaca com credores
Foto: Júlio Cesar Costa/ PontePress A Ponte Preta utilizou a premiação de R$ 1,54 milhão da Copa do Brasil para quitar parcelas atrasadas do Plano Especial de Pagamento Trabalhista (PEPT). Por determinação da Justiça do Trabalho, o valor foi repassado diretamente pela CBF ao Judiciário, que ficará responsável por direcionar a verba para a regularização das pendências trabalhistas do clube.
Com a medida, as parcelas em atraso passam a ser consideradas adimplidas, o que afasta o risco de a Macaca perder o benefício do acordo judicial. Segundo decisão da juíza substituta Bruna Muller Stravisnki, 30% do montante será destinado a tentativas de negociação com os credores, dando mais flexibilidade às tratativas.
A última parcela do PEPT havia sido paga em maio de 2025, e a diretoria acumulava dez meses de atraso nos compromissos. A quantia agora utilizada servirá para quitar dívidas com ex-jogadores, inclusive atletas que passaram pelo time sub-23, além de ex-funcionários do clube.
Entre os principais credores da lista estão nomes como Aranha, Alexandre Gallo, Doriva, Fábio Ferreira, João Carlos, Léo Gamalho e Renato Cajá.