Clube segue impedido de registrar reforços e mantém elenco reduzido no Paulistão
ReproduçãoA Ponte Preta protocolou um pedido na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para tentar substituir o transfer ban que sofre desde julho de 2025 por um bloqueio de receitas futuras. A solicitação, feita no dia 8 de janeiro, ainda não teve resposta favorável, e o clube segue impedido de registrar reforços no Campeonato Paulista.
No documento, a Macaca reconhece o descumprimento de parcelas de um acordo coletivo firmado com credores e propõe que a punição seja convertida em garantia financeira, com bloqueio de valores a receber da CBF. O montante citado é de aproximadamente R$ 2,25 milhões, envolvendo cotas da Copa do Brasil de 2026, premiações da Série C de 2025 e receitas futuras da Série B.
Consultada pela CNRD, a CBF informou que, até o momento, não há valores líquidos e disponíveis para bloqueio, o que inviabilizou a substituição da penalidade neste momento. Com isso, a Ponte continua sem poder registrar atletas no BID.
A situação mantém fora de combate nove reforços que treinam no clube e obriga a comissão técnica a recorrer a jogadores da base. Nos últimos dias, o elenco ficou ainda mais reduzido com as saídas de Bryan Borges, Pedro Martins e do meia Serginho, emprestado um dia após a estreia no Paulistão.
A expectativa da diretoria é regularizar a situação até o confronto contra o Capivariano, no sábado, 17, enquanto a equipe enfrenta o Velo Clube nesta quarta-feira, 14, ainda com elenco limitado.