O Corinthians foi campeão paulista e consolidou o trabalho e Ramón e Emiliano Díaz no comando técnico da equipe. Após o jogo, eles falaram sobre o problema físico de Garro, a tensão no momento do pênalti e a festa da Fiel, que bateu o recorde de público da Neo Química Arena.
“Foi uma experiência incrível. A torcida fez a festa como sempre faz. Não é só por jogar uma final, não é à toa que dizem que é a melhor do Brasil e hoje se comprovou isso. Quero agradecer pela oportunidade de fazer feliz 35 milhões de pessoas, gente que sofre um montão. Hoje tivemos a felicidade de levar felicidade para cada família, para cada casa desses 35 milhões de corinthianos”, disse o auxiliar, Emiliano Díaz.
Apesar do clima de festa no apito final, a torcida viveu um momento tenso com a marcação do pênalti para o Palmeiras. Contudo, os minutos passaram rápido e Hugo Souza colocou seu nome na história pegando a penalidade batida por Raphael Veiga, levando o estádio abaixo.
Ramón Díaz falou sobre o sentimento: “(Pensei) Que ele ia agarrar (risos). Estávamos tranquilos, há duas ou três partidas ele também havia defendido. Tem a nossa confiança, o destino está marcado. São situações que não vão muda. Há coisas que estão marcadas, creio muito no destino, tenho fé e confiança nos jogadores. Foi um prêmio justo para nós, estamos muito felizes”
Depois da comemoração do título, o clube segue preocupado com a situação de Rodrigo Garro, principal meia do Corinthians desde a contratação. De acordo com Emiliano Díaz, não há lesão detectada, mas o camisa 8 convive constantemente com dores no joelho.
“O Gordo (Garro) foi incrível. Ele sentiu ontem, não podia caminhar. Preparamos outra opção de jogo, ele acordou e mandou mensagem: “Vou jogar mesmo que seja o último jogo da minha carreira”… Não temos outro jeito que não seja rezar. Não é uma lesão grave, é uma dor forte. Depende dele, de como se sente. Está fazendo de tudo, ficou semanas fora e não melhorou. Precisamos ser justos para que ele se cure.”, comentou Emiliano.