Técnico destaca falhas de concentração no primeiro tempo e aposta no aspecto psicológico para tentar reverter a desvantagem diante do Itaquaquecetuba
Foto: José Antonio de AssisApós a derrota por 4 a 1 para o Itaquaquecetuba na partida de ida das quartas de final da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, a famosa Bezinha, o União Mogi se complicou para o duelo de volta, tendo uma missão extremamente complicada de marcar no mínimo três gols para reverter a situação e tentar alcançar a classificação.
Em entrevista concedida ao portal ge, o treinador da equipe, Reginaldo Franca, destacou que o principal motivo do placar elástico foi a falta de mentalidade no primeiro tempo, em que o time foi para o intervalo já perdendo por 3 a 0. “Faltou um pouco de concentração e mais atenção nessa bola deles, nesse gatilho que a gente não conseguiu tirar. E eles aproveitaram muito bem os erros que cometemos. Aproveitaram as oportunidades.”
O comandante também admitiu a situação delicada, mas demonstrou esperança em uma reviravolta apostando no trabalho mental para conseguir superar a larga vantagem. “Ficou muito difícil, né? Mas a gente vai continuar trabalhando. Infelizmente, não fizemos uma boa partida. Mas não estou aqui para apontar A ou B. Felizmente, foi no coletivo: erramos todos, acertamos todos juntos. Infelizmente, temos que enaltecer o adversário, que aproveitou as oportunidades e construiu um placar elástico. Agora é trabalhar durante a semana, principalmente o lado mental e psicológico, para que a gente tente fazer um bom jogo lá e reverter essa situação”.
O confronto de volta entre as equipes acontece no próximo sábado (18), às 15h, no Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, o Campo do Brasil, em Itaquaquecetuba. Em caso de triunfo por três gols de vantagem, a decisão da vaga será nas cobranças de pênaltis.