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Sandro Sargentim afirma que o Linense entregou “o que o plantel poderia dar”

Treinador destaca início promissor e explica limites do elenco na competição

Por: Gabriel Turolla
11 horas atrás em 14 de março de 2026
Foto: Divulgação

O técnico Sandro Sargentim avaliou a campanha do Linense na Série A2 do Campeonato Paulista durante participação no TSP Exclusiva. O treinador destacou que a equipe iniciou o campeonato com desempenho acima do esperado, o que acabou criando uma expectativa maior do que o próprio elenco poderia sustentar ao longo da competição.













Segundo o técnico, o início positivo colocou o clube entre os melhores da tabela nas primeiras rodadas. “Nós ficamos as nove primeiras rodadas no G8, pelo menos quatro delas no G4. Foi um começo promissor, um começo onde deixou todo mundo muito feliz, muito contente. Mas com a sequência do campeonato, um campeonato muito competitivo, muito denso, com pouco tempo de recuperação, exige um lastro maior dos atletas, do plantel.”





Sargentim explicou que o grupo do Linense entregou aquilo que era possível dentro das características do elenco montado para a temporada.





“O grupo do Linense deu aquilo que poderia ter dado. Não digo nem tão tecnicamente, mas em termos de competição, em termos de histórico de jogo. Chegou a ficar próximo da zona de classificação, em algum momento próximo da zona de descenso, mas ficou ali numa posição intermediária, que é o que todo mundo não queria, mas sabia que era a realidade do plantel.”





Apesar de ter sido desligado nas semanas finais da competição, o treinador afirmou que deixa o clube com a sensação de dever cumprido e destacou que o principal objetivo da temporada foi alcançado.





“Por mais que parecia que na tabela estava próximo o rebaixamento, eles não passaram perto do rebaixamento. E o que eu fico muito orgulhoso é que a direção me pediu para oportunizar os jovens em um campeonato tão difícil quanto esse, e a gente conseguiu fazer um campeonato sólido dentro daquilo que era possível.”





Sargentim também lembrou que a Série A2 tem se tornado cada vez mais dura para os treinadores, com diversas trocas de comando ao longo da competição. “É uma Série A2 muito cruel nesse sentido para os técnicos, porque vários acabaram caindo. De times do G8 ali, pelo menos metade trocaram de treinador”, reafirmou Sandro Sargentim.