Pressionada, diretoria não repõe saídas e vê setor defensivo exposto no início do Brasileirão
Foto: Raul Baretta/Santos FC O Santos enfrenta um início de temporada marcado por instabilidade e preocupação defensiva. Depois de escapar do Z2 no Paulistão apenas na penúltima rodada, o clube iniciou o Campeonato Brasileiro já na zona de queda, sem apresentar soluções claras para os problemas do setor mais vulnerável da equipe.
Apesar das contratações de Rony, Gabriel Barbosa e Gabriel Menino, o elenco segue carente de reforços específicos para a defesa. Apenas Menino possui características mais voltadas à recomposição, enquanto as laterais e a zaga continuam apresentando falhas recorrentes que comprometem o desempenho coletivo.
A venda do lateral esquerdo Souza ao Tottenham agravou o cenário. Titular consolidado em 2025 após superar Escobar, ele deixou uma lacuna que ainda não foi preenchida. Na zaga, o time sofre com bolas aéreas e oscilações constantes, enquanto Igor Vinicius, na direita, ainda divide opiniões da torcida.
No mercado, o Santos também não conseguiu avançar nas opções ventiladas. Felipe Loyola acertou com o Pisa, da Itália, e Di Cesare, do Racing, sequer recebeu proposta oficial. Internamente, cresce a pressão sobre a diretoria, que precisa agir com firmeza para evitar que a temporada seja novamente marcada pela luta contra o rebaixamento.