Wilson James vê torcida como diferencial mesmo com horários ingratos
Créditos: Sarah Prado Sede do Grupo 9 da Copinha 2026, o América de São José do Rio Preto chega à competição apostando no fator casa como um de seus principais trunfos. Para o técnico Wilson James, jogar em casa pode fazer diferença mesmo diante de um grupo considerado pesado, com Bahia, CSA e Inter de Limeira. Segundo ele, o clube trabalha para transformar a torcida em aliada desde o primeiro jogo.
“São José do Rio Preto é uma enorme cidade, muito bacana, e está de portas abertas para receber as três equipes que vêm completar o nosso grupo”, afirmou o treinador. Apesar de reconhecer que os horários das partidas não favorecem grandes públicos, James confia na presença do torcedor americano. “8h45 da manhã não ajuda muito, mas a torcida do América é fanática, é uma torcida que realmente se coloca ali no estádio.”
O comandante destacou que o elenco vem sendo preparado também no aspecto psicológico para lidar com a pressão de jogar em casa. “A gente vem passando para os atletas como foi o Paulista Sub-20, colocando três mil pessoas no estádio. Isso é um jogador a mais para a gente dentro de campo”, disse. Ao mesmo tempo, ele reforça que o grupo está pronto para administrar possíveis cobranças. “A gente também passa o lado ruim, se em algum momento a torcida não estiver feliz, para os atletas saberem lidar.”
Para James, usar o ambiente a favor será essencial para buscar a classificação. “Temos a obrigação de classificar por sermos sede, com a torcida do nosso lado. Isso pesa”, concluiu.