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Taubaté muda de patamar na A2 com troca no comando

Com Dyego Coelho, Burro somou 4 pontos em 7 jogos e teve 19,0% de aproveitamento; sob Fahel Júnior, a equipe fez 12 pontos no mesmo recorte, atingiu 57,1% e engatou seis partidas de invencibilidade.

Por: Jhonatan Moraes
2 dias atrás em 3 de março de 2026
Foto: Victor Cônsoli/ECT

O Paulistão A2 do Taubaté pode ser contado em dois capítulos bem distintos. A troca no comando técnico não mudou apenas os resultados, mas também o recorte de desempenho, pontuação e até o volume ofensivo da equipe dentro da competição.

O Burro começou a A2 com Dyego Coelho e, em sete partidas, não conseguiu transformar atuações em vitórias. Foram quatro empates diante de Sertãozinho, Osasco, Inter de Limeira e Linense, além de três derrotas contra Ferroviária, Juventus e Ituano. O resultado desse pacote foi direto na tabela: apenas 4 pontos somados, o que gerou um aproveitamento de 19,0% (4 de 21 possíveis) e culminou com a saída do treinador.

Nos números de bola na rede, o Taubaté marcou 7 gols e sofreu 10 no período, fechando o recorte com saldo -3.

A virada de página começou na 8ª rodada, quando Fahel Júnior assumiu e estreou justamente no Clássico do Vale, com derrota. A partir dali, porém, o time ganhou tração. Foram três vitórias contra Votuporanguense, Água Santa e São Bento, além de três empates diante de Monte Azul, Santo André e XV de Piracicaba. A sequência colocou o Taubaté em seis jogos de invencibilidade, com uma pontuação que mudou o cenário no campeonato.

No mesmo recorte de sete partidas, o time somou 12 pontos, chegando a 57,1% de aproveitamento (12 de 21 possíveis). O ataque cresceu, com 14 gols marcados, o dobro do período anterior, e 12 sofridos, com saldo +2.

Na prática, a diferença entre os períodos aparece no que a tabela sempre cobra: pontos e capacidade de decisão. Com Dyego, o Taubaté não venceu e ficou preso nos empates. Com Fahel, passou a ganhar jogos e aumentou a agressividade ofensiva, mesmo ainda oscilando defensivamente.

O aproveitamento aumentou de 19,0% para 57,1%, número que deixa evidente o impacto gerado pela mudança no comando técnico. De um Taubaté pressionado pelo fundo da tabela para um Taubaté que voltou a respirar e competir.