Depois de uma estreia avassaladora — 5 a 0 no Ferroviário-CE, com os cinco gols ainda no primeiro tempo — o Ibrachina volta a campo na quarta-feira, 07 de janeiro, às 11h, contra o Santo André, na Ibrachina Arena.
Reprodução / Repórter Diário No episódio 136 do Exclusiva TSP, o técnico Renato Souza já tinha avisado que, apesar de não haver “um grande” na chave, isso não significava facilidade. Pelo contrário: era grupo com cara de jogo grande, daqueles em que atenção e postura decidem.
“A gente conhece o Santo André… a gente conhece o treinador Alexandre, que tem um grande trabalho lá… O Ferroviário foi vice-campeão cearense… não vê nenhuma equipe grande aqui pro Ibrachina esse ano, mas com um grupo muito equilibrado.”
Com o 5 a 0 na estreia e o 1 a 1 no outro confronto, a segunda rodada vira um recorte perfeito do que Renato definiu: quem encaixar melhor o jogo, dispara — e quem errar, corre atrás.
Depois de uma estreia avassaladora — 5 a 0 no Ferroviário-CE, com os cinco gols ainda no primeiro tempo — o Ibrachina volta a campo na quarta-feira, 07 de janeiro, às 11h, contra o Santo André, na Ibrachina Arena.
E o cenário é claro: uma vitória já coloca o time da Mooca na próxima fase da Copinha. O Santo André chega embalado pela competitividade do grupo e pelo empate com o Bangu na rodada de abertura: 1 a 1.
O discurso de Renato é insistente em um ponto que pesa ainda mais quando a vaga está em jogo. Segundo ele, o Sub-20 não é “pré” profissional, é comportamento de profissional.
“Eu acredito que o Sub-20 é profissional… até 17 anos é formação… quando chegou no Sub-20, eles já têm que pensar em profissional.”
E ele coloca a Copinha no tamanho de pressão que ela realmente tem:
“Agora tem a Copinha aí, é uma vitrine… é a Copa do Mundo pra eles.”
Traduzindo para quarta-feira: se o Ibrachina repetir a postura de estreia, entra em campo com a classificação ao alcance. Se baixar a guarda, o equilíbrio do grupo cobra.
Renato também abriu uma das marcas do clube: o modelo que valoriza o duelo, o jogo individual e a coragem para disputar cada lance.
“A metodologia do Ibrachina é jogar individual… isso é muito bom para o jogador, até para criar coragem, porque o jogador tem a duela ofensiva e defensiva.”
Num jogo que vale classificação, essa ideia ganha outro peso: não é só “jogar bonito”, é não fugir do confronto. Contra um Santo André que tende a competir muito e “travar” o jogo quando precisa, o Ibrachina vai ser testado exatamente onde Renato diz que quer ser forte: nos duelos.
Confira a entrevista na íntegra!