Para o treinador, a vantagem do adversário existe não só por jogar “em casa”, mas também por estar habituado ao tipo de campo
Foto: Basso.Photo O segundo compromisso do Novorizontino na fase de grupos pode encaminhar a classificação. Nesta quarta-feira (7), às 13h, o Tigre encara o Itaquá, anfitrião da sede, em um duelo que carrega um componente decisivo para Jean Rodrigues: o gramado sintético. Para o treinador, a vantagem do adversário existe não só por jogar “em casa”, mas também por estar habituado ao tipo de campo.
“O campo sintético tem uma dificuldade em relação ao campo natural. O tempo de bola, a maneira como você passa a bola, a maneira como você recebe… todas essas questões fazem uma diferença enorme.”

Jean explica que a adaptação é limitada quando a preparação acontece majoritariamente no campo natural. Mesmo com uma experiência recente em sintético, ele não vende o discurso de que dá para “simular” totalmente essa realidade antes do torneio.
“Por mais que a gente tente fazer com que os atletas tenham uma adaptação no sintético, é sempre mais difícil.”
“O ideal seria a preparação toda, o mês inteiro, no sintético. Mas a gente não tem isso.”
Na leitura do técnico, o sintético também mexe com o aspecto competitivo do jogo: acelera decisões, muda a dinâmica dos duelos e pode colocar os dois lados num “mesmo trilho” de disputa, mesmo quando o nível técnico é diferente. Por isso, a palavra-chave para o Tigre, segundo ele, passa por competir forte e ganhar detalhes.
“A gente vai ter que competir bastante… principalmente nessas questões de duelo, conseguir ser vencedor.”
Confira a entrevista na íntegra!