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Anderson Barros detona VAR após empate em Belém

O principal alvo das reclamações foi o gol anulado de Bruno Fuchs nos minutos finais da partida

Por: Alan Favaron
4 horas atrás em 11 de maio de 2026
Foto: Reprodução/Youtube

O diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, criticou duramente a arbitragem após o empate em 1 a 1 diante do Remo, neste domingo, no estádio Mangueirão, em Belém, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O principal alvo das reclamações foi o gol anulado de Bruno Fuchs nos minutos finais da partida. O lance foi invalidado após revisão do VAR por conta de um toque na mão de Flaco López dentro da área antes da finalização do zagueiro palmeirense.

Após o duelo, Anderson Barros concedeu entrevista coletiva e afirmou que, pela regra, o gol deveria ter sido validado. O dirigente, inclusive, leu o trecho do regulamento durante a conversa com os jornalistas.

“Hoje eu queria que vocês tivessem um minuto para poderem julgar. O gol é válido. ‘Se a bola tocar acidentalmente na mão ou braço de um jogador de ataque e em seguida um companheiro de equipe marcar o gol, o tento é válido. O gol é anulado caso o próprio jogador faça o gol. Quando o gol é válido: toque acidental no início da jogada não é infração se sobrar para outro atleta’”, afirmou Barros.

O diretor também questionou quem assumirá a responsabilidade pelos pontos perdidos pelo Verdão em Belém e citou diretamente nomes ligados à arbitragem da CBF.

“Seriam dois pontos a mais para o Palmeiras. De quem será essa responsabilidade? Não podemos mais permitir. É responsabilidade da CBF, do Rodrigo Cintra, do Péricles Bassols. Não podemos mais cometer esse tipo de erro. Como vamos recuperar? É uma situação delicada”, disparou o dirigente.

Anderson Barros classificou o lance como um “erro crasso” da arbitragem de vídeo e reforçou a indignação do clube com a decisão tomada no Mangueirão.“A arbitragem no dia de hoje, o VAR, comete um erro crasso e prejudica a Sociedade Esportiva Palmeiras”, declarou.







Punições





Durante a coletiva, o dirigente também citou punições recebidas anteriormente pelo técnico Abel Ferreira e afirmou que o clube vem sendo prejudicado em diferentes situações envolvendo arbitragem e julgamentos esportivos.

“O Palmeiras teve punição ao questionar árbitros, seis jogos de punição o Abel pegou, e o STJD não se manteve nesta posição posteriormente, concedendo efeito suspensivo, diminuição de pena a outros jogadores”, comentou o diretor.

Por fim, Anderson Barros afirmou que o Palmeiras participa das reuniões promovidas pela CBF sobre arbitragem. Porém,cobrou mudanças urgentes após o episódio em Belém.

“O Palmeiras participa de todas as reuniões. Temos feito nossas abordagens e colocações. O Palmeiras não tem vindo falar sobre. Tem assumido suas responsabilidades. Mas hoje é inadmissível uma situação dessa. Não podemos permitir. Precisamos de providências urgentes”, concluiu o diretor.