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Luizão exalta Fiel, relembra 2002 e projeta futuro da Seleção

Ex-atacante destacou apoio da Fiel no Maracanã e também comentou convocação para a Copa de 2002

Por: Jhonatan Moraes
4 horas atrás em 1 de julho de 2026
Foto: Divulgação / Corinthians

Ídolo do Corinthians no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, Luizão voltou a demonstrar carinho pela Fiel. Em entrevista ao Basticast, o ex-atacante relembrou momentos marcantes da carreira, entre eles o título mundial de 2000 e a convocação para a Copa do Mundo de 2002.

Mesmo com uma passagem relativamente curta pelo Parque São Jorge, Luizão deixou marca importante no clube. O centroavante foi peça decisiva na conquista do Brasileirão de 1999 e fez parte do elenco campeão mundial no ano seguinte, quando o Timão superou o Vasco nos pênaltis, no Maracanã.

Ao recordar aquela final, o ex-camisa 9 destacou o peso da torcida corinthiana nas arquibancadas e afirmou que o apoio da Fiel fez diferença em um jogo de enorme pressão.

“Não existe torcida igual à do Corinthians. A torcida do Corinthians é fantástica, porque ela te apoia o jogo inteiro. Eles são um bando de loucos mesmo. A gente ganhou do Vasco e a gente estava morto. E dez mil corinthianos calaram 90 mil vascaínos. É diferente”, afirmou.

Luizão também falou sobre a convocação para a Copa do Mundo de 2002. O atacante deixou o Corinthians no início daquele ano e, meses depois, integrou o grupo campeão mundial com a Seleção Brasileira na Coreia do Sul e no Japão.

O ex-jogador admitiu que a disputa por vaga no ataque era forte e revelou que chegou ao torneio convivendo com um problema físico. Ainda assim, recebeu a confiança de Luiz Felipe Scolari.

“Depois eu fui convocado em 2002, e todo mundo acha que a briga era entre mim e Romário, mas era entre Romário e Ronaldo. Dei sorte. Fui na que ganhou. Eu tinha um edema na minha perna, queriam me cortar para levar o Romário, mas o Felipão me bancou”, disse.

Por fim, Luizão avaliou a atual Seleção Brasileira. Para ele, o Brasil tem condições de brigar pelo título, mas o grupo ainda pode amadurecer mais para o próximo ciclo.

“Você falar que a Seleção não tem chance de ser campeã é mentira. Temos time para ser campeão? Eu acho que essa Seleção é para 2030. São muitos jogadores jovens que estarão no auge da carreira”, concluiu.