Seis dos oito classificados são comandados por treinadores de fora do Brasil, recorde na história da competição
Foto: Cesar Greco/PalmeirasA Copa do Brasil terá, pela primeira vez em sua história, maioria de técnicos estrangeiros nas quartas de final. Dos oito clubes classificados para a próxima fase, seis são comandados por treinadores de outros países, enquanto apenas dois têm brasileiros à frente. Os dados são de apuração do ge.
Entre os estrangeiros estão os portugueses Abel Ferreira, do Palmeiras, Artur Jorge, do Cruzeiro, Luís Castro, do Grêmio, e Pedro Emanuel, do Vasco, além do argentino Eduardo Domínguez, do Atlético-MG, e do uruguaio Paulo Pezzolano, do Internacional.
Os únicos brasileiros entre os oito treinadores são Jair Ventura, do Vitória, e Cuca, do Santos. Com isso, pela primeira vez a presença estrangeira supera a brasileira entre os clubes que chegam às quartas de final da competição.
O número também representa um novo recorde. Até então, a maior presença de treinadores estrangeiros havia acontecido nas quartas de final de 2024, quando Ramón Díaz, pelo Corinthians, Martín Varini, pelo Athletico, Luís Zubeldía, pelo São Paulo, e Gabriel Milito, pelo Atlético-MG, comandavam metade das equipes classificadas.
A presença estrangeira também dobrou em relação à última temporada. Em 2025, três dos oito clubes nas quartas de final tinham treinadores de fora do país: Davide Ancelotti, no Botafogo, Leonardo Jardim, no Cruzeiro, e Jorge Sampaoli, no Atlético-MG.
Antes de 2026, a última edição da Copa do Brasil sem nenhum treinador estrangeiro entre os oito melhores clubes havia sido em 2018. Durante os anos 1990 e o início dos anos 2000, a presença de técnicos estrangeiros era mais pontual na competição, com nomes como Pablo Forlán e Rojas, pelo São Paulo, e Juan Carrasco, pelo Athletico.




