Ele afirma ter trabalhado durante 11 meses
Gustavo Casciano, ex-fisioterapeuta da Ponte Preta A Ponte Preta está sendo processada por um fisioterapeuta que prestava serviços à categoria Sub-20. Segundo a ação, Gustavo Casciano foi contratado em março de 2025 para dar apoio de fisioterapia aos atletas da base, com remuneração de aproximadamente R$ 3 mil por mês.
Ele afirma ter trabalhado durante 11 meses, de março de 2025 a janeiro de 2026, mas recebido somente o primeiro mês. Com isso, ficaram em aberto dez mensalidades. O valor original que ele diz não ter recebido é de R$ 29.869,80 e, com juros e correção, a cobrança apresentada à Justiça chegou a R$ 36.059,01 em julho de 2026.
Durante esse período, o fisioterapeuta afirma ter cobrado diversas vezes a Ponte. Nas mensagens anexadas ao processo, as respostas atribuídas a pessoas ligadas ao clube teriam sido de que não havia previsão para pagamento, sem uma negativa de que os serviços tivessem sido prestados ou de que existissem valores pendentes.
A situação chegou ao ponto de, em fevereiro de 2026, a Ponte propor um novo contrato para 2026/2027. O fisioterapeuta respondeu que somente renovaria caso o clube quitasse os aproximadamente dez meses atrasados.
Como isso não ocorreu, ele não renovou o contrato e deixou de prestar o serviço à Ponte. Portanto, o que o processo permite afirmar é que a Ponte deixou de contar com esse fisioterapeuta que atendia o Sub-20.