Decisão judicial garante continuidade administrativa no clube e reabre disputa com candidatura de Felipe Roselli
Foto: Raphael Silvestre/GuaraniNeste final de semana, mais um passo na resolução do caso das eleições do Guarani foi tomado. A juíza responsável Ana Lial Beall, decidiu por manter os cargos definidos na última eleição por um período de trintas dias até a realização de um novo pleito no clube.
Após a decisão da última semana de suspensão dos diretores de suas ocupações, o clube pediu um recurso para evitar que a instituição ficasse sem responsáveis importantes para a admnistração em meio à temporada regular.
“Considerando, ainda, a existência de assembleia data de 29 de abril de 2026 para análise da prestação de contas da gestão passada e diante do exíguo prazo para a realização de nova eleição, mantenho no cargo os eleitos, e determino a realização de nova assembleia, aproveitando-se dos mesmos ocupantes da comissão eleitoral, a fim da realização de nova eleição em 30 dias corridos (prazo material)” escreveu Ana Lial Beall.
Dessa forma, a chapa prejudicada na última elição, “Meu Bugre Forte”, teve sua impugnação anulada pela juíza e pode concorrer novamente com Felipe Roselli.
A candidatura do empresário havia sido impugnada no último pleito no clube, ação realizada inclusive durante a Assembleia Geral que aconteceu no dia 14 de dezembro. O ato abriu caminho para a reeleição de Rômulo Amaro na presidência do Conselho de Administração.
No dia da eleição, Felipe Roselli foi impedido de votar sob a justificativa de faltas não abonadas durante o ano de 2023. A juíza Ana Lial julgou o condenamento como irregular e afirmou que o mesmo não obedecia os regulamentos do Conselho de Admnistração.
Confira mais informações sobre o julgamento da juíza aqui.
Agora, após o recurso solicitado pelo clube, o Guarani tem até trinta dias para apresentar uma nova eleição realizada dentro do regulamento do Conselho.