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Preparador físico do Santos projeta segundo semestre: “Diminuir ao máximo os problemas”

Omar Feitosa destaca importância da intertemporada para elevar desempenho e reduzir riscos de lesão

Por: Pedro Góes
4 horas atrás em 26 de junho de 2026
Foto: Raul Baretta/Santos FC

O elenco do Santos segue na preparação para o segundo semestre de 2026. Depois de 21 dias de férias, os jogadores terão 24 dias de treinamentos antes do confronto contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

De acordo com o preparador físico, Omar Feitosa, esta primeira semana de trabalho é importante para o processo de readaptação dos trabalhos e fortalecimento físico dos atletas.

“Naturalmente, quando um jogador para por 21 dias, mesmo seguindo em casa as atividades que passamos, existe um decréscimo. Tanto na parte cardiopulmonar quanto de força. Então estamos em um processo de readaptação dos trabalhos, mas já treinando com bola. Evoluindo desde o primeiro dia e, a partir de segunda-feira, já passaremos para a comissão iniciar os trabalhos táticos, sempre envolvendo a parte física. Todas essas atividades visam entregar o elenco na melhor condição possível para o treinador conseguir desenvolver o trabalho”, afirmou ao site oficial do clube.

Omar Feitosa explicou que o período de quase um mês para trabalhar a preparação física ainda não é o ideal, mas considera o momento importante para colocar os atletas em melhores condições e diminuir os riscos de lesão.

“O cenário ideal é ter um período de preparação mais alongado. Ainda não é o cenário ideal, mas já é melhor do que encontramos quando chegamos aqui. Vamos fazer as correções de rotas que não tivemos a oportunidade num primeiro momento. Ali nós tínhamos mais que cuidar e deixar os atletas em boas condições. Mas agora, com esse tempo de intertemporada, vamos conseguir aumentar o volume e intensidade de treino. E, naturalmente, atleta bem treinado tende a ter menos lesão. A tendência é que a gente tenha um desempenho melhor, conseguindo diminuir a necessidade de poupar atleta por risco de lesão. A sequência será intensa até o fim do ano e o nosso trabalho é diminuir ao máximo os problemas”, concluiu.