Puma Palmeiras: marca quer renovar e Adidas perde força nos bastidores

Atual fornecedora demonstra interesse em ampliar parceria, enquanto retorno da Adidas fica mais distante

Por: Neila Gonçalves
2 horas atrás em 29 de setembro de 2026
Foto: Divulgação/Palmeiras

A relação entre Palmeiras e Puma pode ganhar um novo capítulo nos próximos anos. Mesmo com contrato válido até o fim de 2028, a atual fornecedora já demonstrou interesse em renovar o acordo e prolongar sua presença no clube.



O movimento mostra que a Puma pretende se antecipar à concorrência e manter o Palmeiras como uma de suas principais propriedades no futebol sul-americano.





Puma quer continuar no Palmeiras





A parceria entre Puma e Palmeiras começou em 2019 e se consolidou ao longo dos últimos anos.

Camisa Palmeiras Third 2026/27Camisa Palmeiras Third 2026/27

Mesmo sem urgência contratual, a marca já sinaliza interesse em discutir uma nova extensão. Esse tipo de movimentação antecipada pode ser estratégico para os dois lados: a Puma evita abrir espaço para concorrentes, enquanto o Palmeiras ganha previsibilidade comercial.





Adidas ainda pode voltar ao Palmeiras?





A Adidas aparece naturalmente sempre que o futuro do material esportivo do clube entra em debate.

Segundo o material enviado, houve interesse da marca e conversas envolvendo pessoas ligadas ao Palmeiras. Porém, o cenário atual indica que uma eventual volta ficou mais difícil.

Isso não significa que a possibilidade esteja totalmente descartada, mas a Puma hoje parte de uma posição mais confortável por já ter contrato, estrutura e relacionamento consolidado com o clube.





Puma x Adidas no Palmeiras





A comparação entre as duas marcas vai além da camisa.

A Puma tem a vantagem de já conhecer a operação do clube e participar diretamente do crescimento comercial do Palmeiras nos últimos anos.

A Adidas, por sua vez, possui forte ligação histórica com o clube e segue sendo lembrada por parte da torcida como uma possível alternativa para o futuro.

A disputa, porém, não depende apenas de preferência de marca.

Valores, royalties, distribuição, alcance internacional e capacidade de investimento também pesam na decisão.





Contrato da Puma com o Palmeiras vai até quando?





O atual vínculo entre Palmeiras e Puma é válido até o fim de 2028.

Isso significa que ainda existe tempo para o clube avaliar propostas e definir qual será o melhor caminho para os anos seguintes.

Mesmo assim, a sinalização antecipada da Puma mostra que a empresa não pretende deixar a negociação para a última hora.





Quem será a fornecedora do Palmeiras em 2029?





Essa é uma das perguntas que deve ganhar força com a aproximação do fim do contrato atual.

No momento, não existe uma definição confirmada sobre quem fornecerá o material esportivo do Palmeiras a partir de 2029.

O que existe é uma vantagem inicial da Puma, que já demonstrou interesse em continuar.

A Adidas permanece no radar histórico e comercial, mas o cenário apresentado no material indica que sua volta hoje parece menos provável.





Renovação pode facilitar planejamento da próxima gestão





A discussão também tem peso administrativo.

O contrato com a fornecedora esportiva ultrapassa o calendário imediato e entra no planejamento de longo prazo do clube.

Uma eventual renovação antecipada poderia reduzir uma pendência importante para a próxima gestão e deixar uma das maiores propriedades comerciais do Palmeiras definida com antecedência.

Esse ponto ajuda a explicar por que uma negociação pode começar mesmo com tanto tempo restante de contrato.





O que está em jogo além da camisa





A escolha da fornecedora envolve muito mais do que o desenho dos uniformes.

Ela passa por faturamento, distribuição nacional e internacional, produção de produtos oficiais, royalties e posicionamento global da marca Palmeiras.

Por isso, uma eventual renovação da Puma precisa ser analisada também pela capacidade de manter ou ampliar receitas comerciais.

No momento, a Puma se movimenta para continuar.

A Adidas segue como referência histórica e possível concorrente futura.

Mas, pelo cenário atual, quem larga na frente é a empresa que já está dentro do clube.